domingo, 17 de janeiro de 2016

Resenha #35 Jogador Nº 1 de Ernest Cline




Sinopse: Cinco estranhos e uma coisa em comum: a caça ao tesouro. Achar as pistas nesta guerra definirá o destino da humanidade. Em um futuro não muito distante, as pessoas abriram mão da vida real para viver em uma plataforma chamada Oasis. Neste mundo distópico, pistas são deixadas pelo criador do programa e quem achá-las herdará toda a sua fortuna. Como a maior parte da humanidade, o jovem Wade Watts escapa de sua miséria em Oasis. Mas ter achado a primeira pista para o tesouro deixou sua vida bastante complicada. De repente, parece que o mundo inteiro acompanha seus passos, e outros competidores se juntam à caçada. Só ele sabe onde encontrar as outras pistas: filmes, séries e músicas de uma época que o mundo era um bom lugar para viver. Para Wade, o que resta é vencer – pois esta é a única chance de sobrevivência.




Um livro empolgante e desafiador, uma grande aventura.


 Foi um livro divertido e de agradável leitura. Ele é um livro de fantasia geek. A utopia nerd. O livro Jogador nº 1, de Ernest Cline é um livro sobre um futuro distopico sobre uma sociedade humana que vivem suas vidas em um jogo envolvente, o Oasis. Mas quando um dos homem mais rico do mundo, também criador do Oasis, morre após 10 anos de solidão. Ele deixa uma mensagem, como ele não tinha parentes, decide deixar sua herança para quem completar seu jogo e assim começa a caça aos eggs easter. Mas para isso era necessário conhecer e estudar tudo sobre jogos, filmes, quadrinhos e cultura em geral dos anos 80, porque isso era o importante conhecer  sobre o criador do Oasis. 

E somos apresentados a Wade, ou Parzival, seu nome no Oasis. Em sua jornada para tentar achar os easter egg. E ele compete com concorrentes ferozes, mas como tem muito dinheiro em jogo, algumas pessoas acabam fazendo atos terríveis. Wade é um bom garoto. Ele teve uma vida difícil. 
Nesse livro vemos a paixão do autor ao escrever sobre jogos, filmes. Seu ardor para os jogos é tão clara dentro deste livro.
A cada referencia que eu entendia, acabava me sentindo feliz por isso. 
Eu recomendo este livro para quem tem algum interesse em games e cultura pop em geral. Mas também para quem gosta de romances distópicos porque este livro tem momentos para você, ele me manteve interessado em cada pagina. 
Então aqui está o que eu gostei e não sobre este livro: 
Gostei do personagem principal e seus amigos. 
Gostei da sensação realista quando eles estavam jogando.
Gostei das referencias.
O que não gostei, as vezes, ele é excessivamente detalhado e o romance que teve foi muito clichê. 
Para curtir este livro não é necessário que você seja um apreciador de jogos de vídeo game  ou tenha passado horas jogando D & D, mas  acho que essas pessoas com esse fundo vão se divertir mais, porque vão entender as referências e ter  boas lembranças como eu tive. O enredo foi fascinante e me manteve focada na historia. 



Post escrito por Priscila L. C. Mantovani