segunda-feira, 17 de julho de 2017

Lido: Nisekoi Panini

No ano passando, durante o evento Fest Comicx, a editora Panini felizmente anunciou o mangá de"Nisekoi". Obra de Naoshi Komi e concluída em 23 volumes. Neste post tentarei deixar minhas impressões a respeito do primeiro volume. Espero  que gostem.

Antes de adentrarmos à história, gostaria de falar um pouquinho da qualidade física desse mangá. O mangá possui papel jornal padrão usado pela editora, não possui páginas coloridas (igualmente na edição original japonesa) e possui ilustrações internas - inclusive com a palavra do autor (sempre gosto de ler o que se passa na cabeça desses mangakás). Infelizmente nem tudo pode ser publicado em offset, não é mesmo!


Em Nisekoi temos a história de Raku, um estudante normal e filho de um chefão Yakuza (tive um dejavu aqui e lembrei de Reborn). Quando criança, Raku ganhou um medalhão de uma garota e ambos fizeram uma promessa. Tal promessa dizia o seguinte, quando seus caminhos se entrecruzarem novamente ela poderia abrir o medalhão que deu a ele e, como consequência, deveriam se casar - Que promessa é essa hein =) 

Mais uma foto interna: a qualidade do papel é o famoso brite (jornal).
Enfim, os anos se passaram e Raku ainda guardava com carinho o medalhão, mas por alguma razão não conseguia lembrar do nome da garota. E para complicar um pouquinho mais, na escola, o tímido Raku terá que lidar com a extravagante Chitoge Kirisaki, filha do chefe da gangue rival do seu pai.

Por alguns motivos que não convém dizer aqui - sem spoilers! - Raku e Chitoge não se dão muito bem, MAS a fim de evitar uma guerra entre as gangues de seus respectivos pais, eles terão que forjar um relacionamento.




Concluindo, Nisekoi foi uma leitura mais do que agradável, diria surpreendentemente divertida e muito bem desenvolvida, com personagens interessantíssimos e uma arte muito bonita. Estou mais do que ansiosa pelo próximo volume.



Além do mangá, Nisekoi ganhou uma adaptação em light novel e duas temporadas em anime.